28 de outubro de 2006

Mídia e Prática Pedagógica

Estamos iniciando a disciplina PROA05 "Aplicações de produtos da mídia e tecnologia digital na prática pedagógica." Como preciso e faço questão de estar em dia com minhas atividades li agora o texto da Professora Iris T. Costa que trata do assunto, ela diz:
"Para atuar e intervir no espaço eletrônico precisamos desenvolver nossa fluência tecnológica, explorar as telecomuicações no nosso trabalho, entrar em rede para nos comunicarmos com nossos pares, aprendermos a nos localizar, mover, estabelecer parcerias e cooperar em ambientes virtuais.
É o que eu procuro fazer pois tenho, no mínimo, duas razões para isso, estou fazendo um curso de especialização e trabalho em um NTE.

24 de outubro de 2006

Significados!!


Sou professora de matemática e, ao longo de todos os anos em que trabalhei com alunos, via na motivação o elemento diferenciador para que a aprendizagem ocorresse. A tarefa maior era fazer com que meus alunos sentissem motivação para, pois assim eu os “guiaria” para a aprendizagem . Em nenhum momento resignava-me com a simples transmissão de conhecimentos, “lutava” para que eles interagissem com o objeto, interagissem com os colegas, questionassem e argumentassem em sala de aula.
Estou a partir do início do curso de especialização estudando e conhecendo o que nunca aprendi teoricamente. Vejo agora que a epistemologia que usei em minha prática pegagógica era mistura de Empirista com Construtivista, tenho agora fundamentos para poder fazer com maior segurança essa análise.
Em minhas leituras, que continuam, uma chamou especialmente minha atenção.É o livro Pensamento e Linguagem de L.S. Vygostky, tradução Jéferson Luiz Camargo(1991), quando salienta o desenvolvimento dos conceitos ou significados das palavras, na página (72), ele escreve:
“A experiência prática mostra também que o ensino direto de conceitos é impossível e infrutífero. Um professor que tenta fazer isso geralmente não obtém qualquer resultado, exceto o verbalismo vazio, um a repetição de palavras pela criança, semelhante à de um papagaio, que simula um conhecimento dos conceitos correspondentes, mas que na realidade oculta um vácuo.
Tostoi, com sua profunda compreensão da natureza da palavra e do significado percebeu, mais claramente do que a maioria dos outros educadores, a impossibilidade de um conceito simplesmente ser transmitido pelo professor ao aluno. Ele narra suas tentativas de ensinar a linguagem literária a crianças camponesas, “traduzindo” primeiro o seu próprio vocabulário para a linguagem dos contos folclóricos e, depois, traduzindo a linguagem dos contos para o russo literário. Descobriu que não se poderia ensinar às crianças a linguagem literária por meio de explicações artificiais, por memorização compulsiva e por repetição, do mesmo modo que se ensina uma língua estrangeira. Tostoi escreve:
Temos que admitir que tentamos várias vezes...fazer isso, e que sempre nos deparamos com uma enorme aversão por parte das crianças, o que mostra que estávamos no caminho errado. Esses experimentos me deixaram com a certeza de que é impossível explicar o significado de uma palavra. Quando se explica qualquer palavra, a palavra “impressão”, por exemplo, coloca-se em seu lugar outra palavra igualmente incompreensível, ou toda uma série de palavras, sendo a conexão entre elas tão ininteligível quanto a própria palavra.
O que a criança necessita, diz Tolstoi, é de uma oportunidade para adquirir novos conceitos e palavras a partir do contexto lingüístico geral.
Quando ela ouve ou lê uma palavra desconhecida numa frase, de resto compreensível, e a lê novamente em outra frase, começa a ter uma idéia vaga do novo conceito: mais cedo ou mais tarde ela...sentirá a necessidade de usar essa palavra-e uma vez que a tenha usado, a palavra e o conceito lhe pertencem... Mas transmitir deliberadamente novos conceitos ao aluno...e´, estou convencido,tão impossível e inútil quanto ensinar uma criança a andar por meio das leis de equilíbrio.”
Vygostky e Piaget foram contemporâneos, nasceram no mesmo ano em 1896, ambos foram estudiosos do desenvolvimento.Nesse livro que cito, Vygostky a todo momento compara seus estudos aos de Piaget, tornando a leitura extremamente interessante.

21 de outubro de 2006

Terceira Versão do Mapa

Como já salientei na mensagem anterior, estamos fechando nosso PA. Penso que o crescimento foi visível, principalmente no que trata da reflexão sobre Prática Pedagógica. Nossa terceira versão confirma esse caminho. Mais detalhes no projeto.

13 de outubro de 2006

Projeto de Aprendizagem



Estamos finalizando nosso Projeto, adorei ter trabalhado com minha colega e amiga Adriana. Nós damos muto bem, dividimos as tarefas e, no final, faço o que gosto. Ao longo desse trabalho, a cada dia, eu aprendi um pouco sobre Piaget. Estou encantada com a Epistemologia Genética,especialmente, com relação a prática pedagógica. Neste texto do professor Fernando Becker que vocês encontram na íntegra no projeto, saliento:
"Que sentido terá construtivismo na educação?
Raramente o professor consegue romper o vaivém entre empirismo e apriorismo: se nota que a explicação empirista não convence, lança mão de argumentos aprioristas. E volta na primeira oportunidade, ao empirismo, se o mesmo acontecer com a explicação apriorista. A ruptura acontece se o professor pára a sua prática e reflete sobre ela.
O professor faz isso precisamente por esse processo de reflexão. Ao apropriar-se de sua prática, ele constrói ou reconstrói as estruturas de seu pensar, ampliando sua capacidade, simultaneamente, em compreensão e em extensão.Essa construção é possível na medida em que ele tem a prática, a ação própria; e,também na medida em que ele se apropria de teoria(s) suficientemente critica(s) para dar conta das qualidades e dos limites de sua prática.. Essas duas condições são absolutamente indispensáveis para o avanço do conhecimento, para a ruptura com o senso comum na explicação do conhecimento.
O conhecimento é uma construção. O sujeito age,espontaneamente, isto é, independentemente do ensino mas não independentemente dos estímulos sociais, com os esquemas ou estruturas que já tem, sobre o meio físico ou social.Retira (abstração) deste meio o que é de seu interesse. Em seguida, reconstrói (reflexão) o que já tem, por força dos elementos novos que acaba de abstrair. Temos então, a síntese dinâmica da ação e da abstração, do fazer e do compreender, da teoria e da prática. É dessas sínteses que emerge o elemento novo."
Quero deixar aqui um pensamento de Piaget segundo Thomas Kesselring(1993):

"permanecer criança até o fim. A infância é o estágio próprio da criatividade" . Tudo aquilo que se ensina à criança não mais poderá ela inventar e descobrir".

5 de outubro de 2006

Prática Pedagógica

A Adriana e eu, do NTE de Caxias do Sul, estivemos dia 04/10 com professoras de uma escola de nossa região. Conversamos, durante duas horas, sobre o uso do LIE na Prática Pedagógica . Entre outros recursos usamos o Blog. É só entrar em um link. Muito prático!!

2 de outubro de 2006

Educação Inclusiva

Estamos iniciando a disciplina Tecnologias na Educação Especial, tenho como tarefa citar as principais dúvidas e certezas que tenho. Entre elas, está a certeza que é preciso oferecer uma escola de qualidade para todos os alunos, portadores de necessidades especiais ou não. No texto "A Educação Inclusiva" de Hugo Otto Beyer, saliento:
"Dentre as teorias de aprendizagem e do desenvolvimento cognitivo, o pensamento de Lev Vygotski destaca-se pela ênfase que dá aos fatores psicossociais como determinantes nas condições de aprendizagem e desenvolvimento infantil. Para Vygotski, duas dimensões afetam o desenvolvimento humano, não apenas evolutivamente, como também ontogeneticamente, ou seja, a dimensão biológica ou orgânica e a social (cultural) ou histórica.
A melhor forma de entender o entrelaçamento entre ambas dimensões se dá quando se considera a situação de pessoas portadoras de deficiência, já que os estados de carência orgânica e as correspondentes implicções no âmbito cultural põem em relevo o papel desempenhado por cada uma delas. (...) o contraste das duas dimensões pesa em favor do prejuízo resultante do isolamento social a que essas pessoas são costumeiramente submetidas. Justamente aí reside a necessidade maior de apoio externo, além, evidentemente, do suporte às carências orgânicas específicas ( por exemplo, para o surdo, o domínio e uso da língua de sinais, para o cego, a escrita braile, etc.)"

27 de setembro de 2006

Tarefas

Caminhos... lindos, não são?

Dez vezes deves reconciliar-te contigo mesmo, porque é amargo vencermo-nos. (Nietzsche - Assim falou Zaratustra).

Melancolia...tarefas que não queria fazer agora, mas preciso. Eu estou desde o início do curso com todas as atividades em dia, meu temperamento é esse, não gosto de deixar absolutamente nada para fazer na última hora. Estamos agora com a atividade do módulo 2, do PROA 3 que fala sobre Interação e Cooperação.
Segundo o texto da professora Mônica Estrázulas, “será realizado trocas cooperativas sempre que os que integram atuarem na direção dos ajustes de suas ações às dos demais. Esse ajuste não pode ser confundido com a simples adesão à idéia do outro, porque se trata de um movimento consciente para examinar o ponto de vista do outro, sem no entanto, anular o seu”. Penso que estamos, em alguns dispositivos virtuais, como o fórum, nos encaminhando para isso. Já consigo “ver” uma diferença grande nas postagens , onde há interação. O mesmo não ocorre aqui, no blog, que para mim é um atividade completamente solitária.

24 de setembro de 2006

Positivismo Lógico

No livro Jean Piaget de Thomas Kesselring; tradução de Antonio Estevão Allgayer e Fernando Becker (1993). Observações sobre a técnica de trabalho de Piaget diz: “ Quando estudantes norte –americanos lhe perguntaram de que modo ele, que examinara a criatividade das crianças, teria chegado pessoalmente às suas idéias, nomeou três fatores entre si complementares: “ O primeiro é não ler nada daquilo que já foi escrito sobre a matéria da qual no momento se está ocupado; a leitura só deve ser feita depois. O segundo método é ler tudo o que for possível acerca de áreas de conhecimento vizinhas à matéria em estudo.. Para o estudo da inteligência são essas naturalmente, de um lado a biologia e de outro lado a matemática e a lógica, etc, incluída a sociologia e tudo aquilo que contorna o objeto com que está lidando. e o terceiro método é este: Deve-se ter um bode expiatório. O meu é o positivismo lógico.” (Págs 47, 48)
Desde que postei essa mensagem tenho procurado , através de leituras, aprender o que é Positivismo Lógico, ou seja , o que Piaget não aceitava usar em seu método de trabalho.No livro Fundamentos de Metodologia Científica de José Carlos Koche, encontrei a resposta. Fiz uma síntese que coloco aqui.

  • Síntese
  • 22 de setembro de 2006

    Mapas Conceituais

    Uma de nossas tarefas, nessa12ª semana, é comentar o mapa conceitual de nossas colegas.O mapa conceitual, organiza e representa o conhecimento. Verbos nas frases de ligação entre conceitos são imprescindíveis . Eu não conhecia o programa Cmap, fiz matemática e, assim sendo, tenho mais facilidade para expressar-me através de um diagrama, esquema,algorítmo do que por texto. Gostei muito, embora ainda não o domine. Fico pensando como está sendo construído meu conhecimento no curso. Quando voltei da parte presencial em Porto Alegre, logo quis e fiz um mapa conceitual, ele ficou igual ao cacho de uvas.Está em minha página aqui, podem conferir. E digam-me, agora já estou comentando mapas conceituais e com certa propriedade. Já estou também gostando de escrever, um pouco, mas estou. É muito bom.

    16 de setembro de 2006

    Teorias de Conhecimento

    "Normalmente quando falamos de estímulo-resposta associamos ao behaviorismo (+ ligado ao empirismo), e quando utilizamos insight,a teoria da gestalt (apriorismo). Piaget não é nem empirista nem apriorista, e sim construtivista."( Professora Luciane-08/06).

    Desde que postei essa mensagem acima,tenho procurado através de leituras conhecer um pouco sobre as teorias de conhecimento.O que eu sabia era senso comum, nada mais do que isso.Fiz matemática e não lembro de ter nenhuma disciplina sobre. Procurei verificar qual epistemologia é mais forte em meu trabalho como professora. Das leituras que fiz, encontrei em Fernando Becker, o que procurava:" o docente precisa refletir, primeiramente, sobre a prática pedagógica da qual é sujeito. Somente então apropriar-se-á de teoria capaz de desmontar a prática conservadora e apontar para as construções futuras.A simples mudança de concepção epistemológica não garante, necessariamente, uma mudança de concepção pedagógica ou de prática escolar, mas sem essa mudança de concepção superando o empirismo e o apriorismo certamente não haverá mudança profunda na teoria e na prática de sala de aula." Disponível em: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_20_p087-093_c.pdf Acesso em 12/09/06

  • Empirismo
  • Apriorismo
  • Contrutivismo
  • 8 de setembro de 2006

    Proa-06

    Aproveitando o feriado, ontem, passei o dia tentando editar o Vê na wiki, não consegui.Vou contar como foi. Tentei fazer o Vê em editor de html e copiar a linguagem na wiki, não deu certo pois a wiki não reconhece todos eles (códigos). Tentei então fazer uma figura, o problema é que não conseguia linkar. Resolvi então fazer no editor e publicar. Penso que ficou bom, mas quero conseguir editá-lo na wiki. Gostaria muito de aprender.
    Vou linkar o endereço aqui:
  • Proa 06
  • 3 de setembro de 2006

    Reflexão


    Sobre o "Segundo Congresso Internacional- Formação de Professores e Prática Pedagógica"- foram três dias de muita atenção e de muita reflexão. Gostaria de dividir com vocês.
    Tive a oportunidade de assistir o professor Rubem Alves comigo na foto.
    Vou procurar fazer uma síntese sobre as palestras e o que penso ser mais significativo.
    Foram 3 dias de palestras, a primeira com Rubem Alves que falou de Mário Quintana, Pablo Picasso, Adélia Prado, Fernando Pessoa e, naturalmente Nietzsche.
    De Nietzche mais precisamente, do livro "Assim Falou Zaratustra", leio Nietzsche, só não concordo quando ele diz:“o verdadeiro homem quer duas coisas: o perigo e o divertimento. Por isso quer a mulher, que é o brinquedo mais perigoso.”(pág. 63) do livro citado.
    Frases que chamaram especialmente minha atenção: A pessoa “convencida”, não pensa mais. Transformar crianças que brincam em adultos que trabalham.
    Adquirir outros “ Significativos”.
    O congresso continuou e assisti Antonio Nóvoa reitor da universidade de Lisboa, que lançou o livro “Evidentemente” O que é evidente...mente!!
    Falou das muitas missões dadas à escola e que naturalmente não é possível cumpri-las, ficando num beco sem saída.
    A escola centrada na aprendizagem é o futuro, fazer com que todos os alunos tenham verdadeiramente sucesso.
    Ensino de forma a responder às necessidades de cada aluno, ajudando-o a construir um projeto educativo próprio. A escola seja de apoio, aconselhamento e orientação.
    Celso Vasconcellos,continuou dizendo que é preciso uma transformação básica: Aprendizagem e desenvolvimento humano de todos os alunos.
    Que seja usada uma metodologia interativa, alunos digam com suas palavras, não condicionar com nota. Professor como orientador.
    Pedro Demo, apresentou uma tabela, (vou procurar a fonte), onde de todos os alunos brasileiros , 3,3% aprenderam matemática em 2003, e nas demais disciplinas não é diferente.
    Falou da aprendizagem dinâmica e construtiva, de dentro para fora, ao contrário do instrucionismo , de fora para dentro. Criar caminho próprio, sujeito observador. Pesquisa, princípio educativo. A atitude do professor deve ser de eterno aprendiz, cuidar o que o aluno aprende pois o professor é um profissional de conhecimento.
    Não se aprende escutando aula, mas sim argumentando, justificando. Teresinha Rios, na atitude crítica, as certezas possuem caráter provisório podemos nos desinstalar, instala a pergunta.
    Para ser crítico devemos ser humildes e corajosos.
    Função da escola é a felicidade pois dá condições para que o ser humano afirme-se na sociedade. Ana Ruth Starepravo, professora em Curitiba, Aprendizagem é compreender, estabelecer relações, transformar, re(elaborar), criar, descobrir , transformar algo que se possui. Só há construção do conhecimento quando há dúvida, conflito, confronto de idéias. Problemas como desencadeador de conhecimento, conteúdo como meio. Conteúdos, meios para os alunos: estabelecerem relações, pensar sobre, fazer relações, significações. Desenvolver a autonomia. Em resumo é preciso mudar a "aula", não marcar data para essa mudança, é hoje, é agora, de todos os professores ouvi a mesma orientação é preciso que o aluno participe, interaja, construa.
    A professora Ana Ruth nos apresentou um projeto que fez com seus alunos em um terceira série em Curitiba. projeto sobre estudo de medidas. Na própria sala de aula, conteúdo medidas, os alunos foram com suas dúvidas fazendo com que novos construções surgissem e não foram essas necessariamente de matemática.Mas aprenderam também e com significado o que é medida de peso e volume. Não é fácil , pois nós professores temos, e por vários fatores, entre eles o tempo, de responder logo para o aluno, não dando a oportunidade de descobertas. "Quando simplesmente respondemos, matamos a possibilidade de o aluno confrontar suas idéias com outras, ou seja, não há comparação, não há conflito, não há confronto, não há construção de conhecimento." Eduardo José Monteiro .

    30 de agosto de 2006

    2º Congresso Internacional

    Amanhã vou para Porto Alegre, participar do 2º Congresso Internacional sobre Formação de Professores e Práticas Pedagógicas, como não podemos ir todas, quando voltar "transmito". A Adriana na foto comigo e minhas demais colegas ficarão trabalhando.Vou ficar com saudades.

    27 de agosto de 2006

    Adoro!!!

    Tenho que contar para vocês, já havia descoberto que é possível editar o modelo, mas pensei que era só no espaço dos links. Não é, no modelo podemos criar um novo blog, é fantástico, eu adoro. Mas devo dizer que estou em dia com minhas tarefas nas disciplinas, só no PROA 6, sei o que é para fazer mas para nossa turma não está disponível. E no PROA 3 tenho que descobrir o que é "positivismo lógico", para entender uma citação de Piaget.No livro Jean Piaget de Thomas Kesselring; tradução de Antonio Estevão Allgayer e Fernando Becker (1993). Observações sobre a técnica de trabalho de Piaget diz:
    “ Quando estudantes norte –americanos lhe perguntaram de que modo ele, que examinara a criatividade das crianças, teria chegado pessoalmente às suas idéias, nomeou três fatores entre si complementares: “ O primeiro é não ler nada daquilo que já foi escrito sobre a matéria da qual no momento se está ocupado; a leitura só deve ser feita depois. O segundo método é ler tudo o que for possível acerca de áreas de conhecimento vizinhas à matéria em estudo.. Para o estudo da inteligência são essas naturalmente, de um lado a biologia e de outro lado a matemática e a lógica, etc, incluída a sociologia e tudo aquilo que contorna o objeto com que está lidando. e o terceiro método é este: Deve-se ter um bode expiatório. O meu é o positivismo lógico.” (Págs 47, 48)

    20 de agosto de 2006

    Conhecimento pelos sentidos?

    "Por séculos em nossa cultura ocidental acreditamos que a inteligência recebe o conhecimento dos objetos diretamente pelos sentidos!E isso orientou nosso "ensino". Há anos recorremos aos áudio-visuais, depois passamos a usar materiais multi-sensoriais, e agora estamos buscando "recursos digitais integrados. Sempre orientados pelas mesmas certezas!"
    E essa descoberta em que poderá mudar nossa prática pedagógica?"
    Visitando o fórum da Professora Léa Fagundes,copiei essa mensagem que ela enviou a uma aluna.Lembrei-me do meu estágio, como professora de séries inicias, no ano de 1975, fui muito bem na avaliação de minhas supervisoras, usava muito cartazes, a parede toda coberta, ficava até de madrugada para dar conta.
    Um dia levei um rádio como "incentivo" para uma atividade, fui muito eleogiada pois estava inovando.
    Venho dessa escola qua a professora Léa descreve aqui, estou conhecendo somente agora a teoria construtivista, ouvia falar, mas não conhecia a essência os fundamentos. Que pena!!

    12 de agosto de 2006

    Piaget

    Estou lendo Piaget, procuro por livros... textos, é difícil.
    Essa semana aprendi, com a professora Luciane, do PROA 3, a diferença entre três teorias de conhecimento.
    "Normalmente quando falamos de estímulo-resposta associamos ao behaviorismo (+ ligado ao empirismo), e quando utilizamos insight,a teoria da gestalt (apriorismo). Piaget não é nem empirista nem apriorista, e sim construtivista."( Professora Luciane-08/06).
    Gota por gota vou assimilando.

    9 de agosto de 2006

    À Espera


    Coloquei essa foto para acalmar-me. Sabem aquela gripe que "derruba"? Peguei.
    Sabem quando não se quer emagrecer? Emagreci 2 quilos no mínimo.
    Sabem quando se tem mil coisas para fazer? Pois é. Estou aqui tentando recuperar-me, hoje vou ficar lendo alguns textos e esperar que tudo melhore.

    7 de agosto de 2006

    Um Lugar


    Adoro ler Nietzsche, em "Assim Falou Zaratustra" Ele escreveu:
    "Não é pouco saber dormir; para isso é preciso aprontar-se durante o dia. Dez vezes ao dia deves saber vencer-te a ti mesmo; isto cria uma fadiga considerável, e esta é a dormideira da alma."


    29 de julho de 2006

    Errei de sala!!!

    Ontem eu estava muito animada para o chat que nós, alguns colegas da turma 3, havíamos combinado.Antes do horário entrei na sala principal do e-proinfo e observava, que alguns colegas estavam também conectados.Enviava mensagem e pensava, "que estranho esse chat do e-proinfo".A Fátima apareceu, comecamos a conversar, estávamos desonfiadas. Nisso a Gisele entrou e disse-me: " eu estava em outra sala, onde todos enxergam todos".Eu queria "morrer". Fui ver a sala certa, lá estava ela.Preparada pela professora Iris, a quem muito agradeço.
    Como não havia nada a fazer fica para a próxima .

    22 de julho de 2006

    Novas Descobertas

    Hoje é dia de criar um link em "Minha Página", como estou aprendendo wiki, página de apresentação do projeto, durante a semana farei, contando minhas descobertas. Agora quero ir visitar os blogs de minhas colegas.
    Boa semana a todos.

    15 de julho de 2006

    Que susto!!


    Gosto de fazer páginas com editor de html. O problema é que a cada edição tenho que publicar o index e mais os arquivos. Então, resolvi que faria na wiki, e nela eu não queria Side Bar,gostaria de mais espaço, sabem? Não observei que a página que estava trabalhando era do curso PROA. Apaguei tudo... quando vi, a wiki do curso estava sem Side Bar, ou quase. Fiquei paralizada, fui pedir socorro para professora Iris, que prontamente atendeu-me. Estou na minha construção de conhecimento, interagindo plenamente com o ambiente, mas reconheço que não precisa tanto. Olhem "Minha Página", linkada ao lado (passado e 2006).

    7 de julho de 2006

    1 de julho de 2006

    Link

    Não consegui editar o link no lugar apropriado, colei no modelo mas não deu certo, então criei em html e postei, como já é tarde tentarei em outro momento.
    Na página, em cada gif de computador há um link, no primeiro há mais informações sobre o livro de Pierre Lévy .

    Jogos

  • JOGOS
  • Iniciando meu Trabalho

    Gosto, muito de trabalhar com computador, com Internet, com construção de páginas, com outros aplicativos , é o que faço diariamente.
    Com blogs não pretendia trabalhar, mas sei que é preciso pois faz parte do curso então, terei que aprender.
    Quero ver se consigo colocar aqui, no meu blog, um link para uma página que fiz sobre " jogos" vou tentar.
    Comecei a trabalhar no NTE esse ano, logo no início li Pierre Lévy, Cibercultura, gostei muito do que ele fala sobre a nova maneira de aprender, a Simulação:
    "Novos estilos de raciocínio e de conhecimentos, a simulação, verdadeira industrialização da experiência do pensamento, que não advém da dedução lógica nem da indução a partir da experiência.
    A Simulação, um modo de conhecimento próprio da cibercultura
    Entre os modos de conhecimentos trazidos pela cibercultura, a simulação ocupa um lugar central.
    Em uma palavra, trata-se de uma tecnologia intelectual que amplifica a imaginação individual
    ( aumento da inteligência) e permite aos grupos que compartilhem, negociem e refinem modelos mentais comuns, qualquer que seja a complexidade deles ( aumento da inteligência coletiva)."
    " As técnicas de simulação, em particular aquela que utilizam imagens interativas, não substituem os raciocínios humanos mas prolongam e transformam a capacidade de imaginação e de pensamento."
    Os jogos são perfeitos para esse tipo de aprendizagem.
    Bem, agora vou tentar fazer o link, tomara que consiga.

    29 de junho de 2006

    Comentário

    Observação: Quis formatar meu texto sobre projetos, formatei, só que o plubiquei novamente, por isso, está fora de ordem.