7 de fevereiro de 2009
Torre de Hanoi
24 de janeiro de 2009
Reportagem
Uma jornalista fez contato comigo para indicar uma aluna para participar de uma reportagem em uma revista do centro do país, uma aluna que participou de nosso projeto. Indiquei quatro , poderia ter indicado muitas mais, são elas:
Juliane Madalena Modena - Água
Franciele Gomes Paim-Lixo
Indiana Fochesatto - Meio Ambiente-3301
Sibila Stuani Carraro- Meio Ambiente-3302
Ela escolheu a Franciele
Não vejo a hora da reportagem estar pronta para a publicar aqui, é nosso trabalho dando frutos. Não é para ficar feliz??
PS: Julyane, Indiana e Sibila, não fiquem tristes, logo vai aparecer outra oportunidade temos que nos alegrar pela Franciele. Todas vocês merecem!!
14 de dezembro de 2008
Endereços dos Projetos- Aplicação
25 de outubro de 2008
I Congresso de Tecnologias na Educação
Relato de Experiência -I Congresso de Tecnologias na Educação
20 de outubro de 2008
Relatório
Os grupos das turmas 3301 e 3302 que já fizeram a aplicação com os alunos estão fazendo o relatório. Veja: Meio Ambiente .
5 de outubro de 2008
Água e Meio Ambiente

1 de outubro de 2008
Alegria
poderia haver uma compensação maior.
Esse ano, em agosto iniciamos a Aplicação com as crianças. Ela é feita com alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental. São 140 alunos do Curso de Aplicação atendidos pelas professorandas do Curso Normal que têm a oportunidade real de aprender ensinando. Acontece semanalmente e, durante a mesma, as professorandas fazem o planejamento e discutem os desafios da prática, em turno da noite, inverso.Percebemos que o interesse das alunas cresceu, pois ao serem responsáveis pelo espaço virtual e também pela relações humanas que permeiam o trabalho. Precisam, além de conhecer os recursos tecnológicos, administrar conflitos inerente à convivência humana.
Ontem durante nosso encontro de preparação, perguntei para as alunas que elas pensavam a respeito de criar um espaço onde agregaríamos os links para os jogos e vídeos escolhidos. Um grupo que está com seu projeto “pronto” já criou esse espaço e iniciaram a edição Jogos Selecionados .
É muito gratificante ver a facilidade que agora possuem para criar , editar, procurar e selecionar. Tarefa iniciada em março e, no início, tão penosa . Contruíram estruturas para tal, aprenderam.
29 de setembro de 2008
Professora Laurinha
Seus primeiros contatos com o mundo virtual aconteceram na época que foi minha parceira . Agora já está participando, através de comentários ,dos projetos de minhas alunas a exemplo do grupo, que em uma de suas páginas escreveu:
13 de agosto de 2008
Turma 3301- Turma 3302
Família
Água
Meio Ambiente
Drogas
Dengue
Artes
Lixo
Hip Hop
Todos os projetos estão no Blog dos Projetos
6 de agosto de 2008
Aplicação com as Crianças.
1 de agosto de 2008
Saúde- Lixo
Estou visitando as páginas dos Projetos de minhas alunas, a pesquisa deve estar em fase de conclusão, pois entraremos agora na última etapa do Planejamento, ou seja, aplicação com as crianças. Nas segundas feiras , as alunas das turmas 3301 e 3302 com as crianças da 3ª e da 4ª série, durante 60 minutos. Nas quartas , a turma 3207 com a 2ª série, nas quintas a turma 3303 atenderá um grupo de alunos do Projeto de Integração das Práticas Docentes, uma turma mista dos alunos de 1º, 2º e 2a série, que estudam de manhã. Esse horário será de Agosto ao final de Novembro. Terei muito para contar aqui. Por ora, gostaria de indicar a leitura dos projetos Saúde e Lixo, mais precisamente no projeto Saúde, a página "curiosidades" onde falam dos germes no teclado do computador e no projeto Lixo, o desfile que aconteceu na Escola, entre outras . Confiram!!22 de julho de 2008
Água
15 de julho de 2008
Encerrando a pesquisa





4 de julho de 2008
Web 2.0?
Minhas alunas estão pesquisando, tarefa nada fácil, as alunas na sua grande maioria não sabem pesquisar, não sabem interpretar, não possuem construção própria o que penso não ser um problema só das alunas, mas de todos nós que nos formamos em uma metodologia onde tudo é dado pelo professor como pronto. Segundo Demo (1996 p.19-24):
[...] A habilidade central da pesquisa aparece na capacidade de elaboração própria, ou de formulação pessoal, que determina mais do que tudo o sujeito competente em termos formais. Argumentar, fundamentar, questionar com propriedade, propor e contrapor são iniciativas que supõe um sujeito capaz. Essa individualidade é insubstituível. [...] Uma coisa é manejar textos, copiá-los, decorá-los, reproduzi-los. Outra é interpretá-los com alguma autonomia para saber fazê-los e refazê-los [...] Ler não é apenas entender. É especificamente compreender. [...] compreender o sentido de um texto implica estabelecer relações entre o texto e o significado, colocar em movimento modos de entender e compreender, indagar possibilidades alternativas de compreensão, perceber e dar sentido (...) Aparecendo à elaboração própria, torna-se visível saber pensar e aprender a aprender [...]
Uma grande dificuldade segundo elas, é a fonte de pesquisa, ficam entre a Internet, Biblioteca, conversa e , o tempo passa, temos mais três encontros para encerrar a primeira parte. No segundo semestre deste ano, portanto, a partir de agosto, elas irão aplicar com as crianças do curso fundamental o que foi aprendido, tanto na pesquisa como no uso de ferramentas e aplicativos do computador.Minha tarefa tem sido de incentivar, trazer para debate nos grupos, assuntos atuais e, tentar, incluí-los nos projetos que estão sendo desenvolvidos. Como por exemplo "distribuição de camisinhas na escola" poderia ser abordado pelo grupo que trata da sáude da mulher ou o caso Isabela em Violência , o trânsito nas grandes cidades em Meios de Transporte , sempre lembrando a elas que é preciso não perder o questionamento elencado no início do projeto. Ele terá que ser respondido .
Paralelo a esse trabalho, estou com 4 grupos de alunos do NEEJA, que fazem uma oficina de iniciação a alguns aplicativos como: word , excel e powerpoint. Nesses grupos, essa oficina, é o primeiro contato com um computador, para a maioria dos alunos. Oficina com Alunos do NEEJA
28 de junho de 2008
Léa Fagundes
Promovida pelo NIDI, Núcleo de Inclusão Digital de Caxias do Sul, tivemos a oportunidade de participar da palestra com a Professora Léa Fagundes, consultora do Programa de Inclusão Digital do Ministério da Educação e coordenadora pedagógica do projeto piloto UCA (Um Computador por Aluno), desenvolvido pelo Laboratório de estudos Cognitivos da UFRGS. Durante a palestra com interação do público, a professora abordou a metodologia de trabalhar com Projetos de Aprendizagem metodologia essa baseada no construtivismo, entre outros assuntos que surgiram. Falou de seus estudos da Epistemologia Genética de Jean Piaget e da importância desta ciência. Lembrei-me então, do início do meu Curso de Especialização e de como me sentia diante da leitura de parte da obra de Piaget, que não conhecia. Vim de uma escola tradicional onde a concepção é embasada na teoria empirista/instrucionista, ou seja, de Transmissão de conhecimento, o conteúdo a ser desenvolvido é determinado pelo professor, pois é esse que tem o poder de “ensinar” e ao aluno resta simplesmente, receber o conhecimento pronto. [...] tudo parte das decisões do professor, e a ele, ao seu controle, deverá retornar. Como se o professor pudesse dispor de um conhecimento único e verdadeiro para ser transmitido ao estudante e só a ele coubesse decidir o que, como, e com que qualidade deverá ser aprendido. Não se dá oportunidade ao aluno para qualquer escolha. Não lhe cabe tomar decisões. Espera-se sua total submissão a regras impostas pelo sistema [...].Fagundes (1999, p. 15 - 16).
Através das leituras, entendi que as noções básicas de um sujeito em crescimento não provém do meio, através dos órgãos de sentido (empirismo), nem são apríoristicas ( o sujeito já traz na bagagem hereditária) e sim, parte da interação ativa do sujeito com o meio. Para Piaget, o conhecimento não está nem no sujeito nem no objeto, mas é construído na interação do sujeito com o objeto. É interagindo que sujeito produz sua capacidade de conhecer, ao mesmo tempo em que produz o próprio conhecimento. A partir da interação com a teoria piagetiana de construção de conhecimentos como pensar em continuar a usar em sala de aula uma metodologia centrada na fala do professor, seguindo ora uma concepção que acredita que o sujeito aprende ouvindo, vendo, escutando, ora, que a qualquer momento terá um insight e assim aprenderá.
Na metodologia de aprendizagem por projetos, uma prática pedagógica baseada na construção de conhecimento, que agora estou aplicando com minhas alunas do curso normal, ao invés de dar o raciocínio pronto, o professor falando e o aluno ouvindo, o professor passa a ser desafiador, ou seja, aquele que abre espaço à participação dos alunos, favorece a autonomia na escolha, questiona e problematiza para gerar conflitos cognitivos e com isso, o desenvolvimento da inteligência e a construção do conhecimento. Essa forma de trabalhar a construção de conhecimento implica numa grande mudança de concepção pedagógica, portanto, uma possibilidade de mudança na prática. Foi o que aconteceu comigo.
27 de junho de 2008
Nove Artes?
9 de junho de 2008
Mapas Conceituais
30 de maio de 2008
Orkut
26 de maio de 2008
Avaliação
Como professora de matemática ao longo de todos os anos em que trabalhei com a disciplina, via na motivação o elemento diferenciador para que a aprendizagem ocorresse. Minha tarefa maior era fazer com que os alunos sentissem motivação para, pois assim eu os "guiaria" para a aprendizagem , "lutava" para que eles interagissem com o objeto, interagissem com os colegas, questionassem e argumentassem em sala de aula. Aprendessem.
A idéia de que o professor avalia seu trabalho, a metodologia aplicada, verificando a aprendizagem dos alunos ou não, é que mais aproxima-se do que penso sobre avaliação.
A questão de como avaliar um Projeto de Aprendizagem, que é uma metodologia relativamente nova para mim é um desafio , passei pela experiência o ano passado (2007), foi e está sendo a parte mais difícil do processo.
Lendo a respeito de avaliação de Projeto de Aprendizagem, no texto da professora Lea Fagundes
Aprendizes do futuro: as inovações começaram :saliento
"Buscar a informação em si, não basta. (...)Os alunos precisam estabelecer relações entre as informações e gerar conhecimento. Não há interesse em registrar se o aluno retém ou não uma informação, aplicando um teste ou uma prova objetiva, por exemplo; porque isso não mostra se ele desenvolveu um talento ou se construiu um conhecimento que não possuía. (...)
A situação de projeto de aprendizagem pode favorecer especialmente a aprendizagem de cooperação, com trocas recíprocas e respeito mútuo. (...) A proposta é aprender conteúdos, por meio de procedimentos que desenvolvam a própria capacidade de continuar aprendendo, num processo construtivo e simultâneo de questionar-se, encontrar certezas e reconstruí-las em novas certezas. Isso quer dizer formular problemas, encontrar soluções que suportem a formulação de novos e mais complexos problemas.(...)
O importante é observar não o resultado, um desempenho isolado, mas como o aluno está pensando, recursos já pode usar, que relações realiza ou inventa."
Ouvindo também a palestra sobre PA no primeiro Encontro On-Line em 2006 com as professoras Íris Tempel Costa e Beatriz Magdalena quando focaram a Avaliação em PA, destaco:
"O aluno deve ser acompanhado no processo.
A mudança sobre um conceito demonstra que o aluno está aprendendo.
A aprendizagem do aluno não se faz em relação a que ele, professor, sabe, mas na evolução do conhecimento do aluno, (re)construção do conhecimento.
A Aprendizagem é de cada um e não em relação a do professor.
Avaliação em PA é verificar se todo o trabalho que foi desenvolvido , responde a questão inicial proposta no PA."
Estou há três dias visitando todas as páginas dos projetos de minhas alunas, embora a pesquisa ainda não tenha iniciado , é possível ver nas dúvidas e certezas de cada questionamento surgido os conceitos elencados. A escolha dos conceitos principais para a construção dos mapas conceituais, a ligação e que sentido deram a eles.
Avaliar em qualquer metodologia não é fácil, o parecer nº 755/98 do Conselho Estadual de Educação diz:
“Instalou-se nas escolas uma expressão “avaliação do aluno” que revela o quanto essa atividade está afastada de sua finalidade principal, que é fornecer ao professor informações sobre a eficácia e efetividade da metodologia por ele empregada para alcançar aprendizagem por parte do aluno. A medida que o professor realiza seu trabalho, propondo atividades, exercícios, experiências, tarefas, etc...a seus alunos, é necessário que, passo a passo, ele verifique se os objetivos que pretende atingir foram sendo realmente alcançados. Se não o foram, cabe-lhe insistir, mediante o emprego de outra metodologia, até que finalmente, se convença de que os alunos realizaram aprendizagem, não só do ponto de vista quantitativo (quanto aprenderam), mas do ponto de vista qualitativo ( como ou quão bem aprenderam).
È importante perceber que, mesmo que nesse processo tenham sido utilizados medidas, o que se busca, ao final, é um juízo de valor e não uma medida. Esse juízo de valor é referido classe como um todo e serve de informação sobre a conveniência ou possibilidade de seguir adiante ara perseguir ainda outros objetivos. È portanto, um juízo com perspectiva de futuro: posso continuar? Como continuar?”
Enfim, quando se pensa em avaliação como informação para o professor seguir adiante com uma metodologia, ou não, nos faz pensar.












