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9 de agosto de 2024



Hoje,  09 de Agosto de 2024, “procurando um link na Internet”, encontrei  o endereço de uma página do   blog   Germinal Consultoria,  feita pelo seu  autor JOSE ANTONIO KULLER, que trata sobre um artigo que escrevi em  1999.

"No escrito trato da histórica dualidade do Ensino Médio." Escrevi quando trabalhava no setor pedagógico de uma escola estadual e não via nada acontecer com a advento da então “nova” LDB. Relacionei minha experiência com autores que estava lendo na época. O José Antonio editor do blog Germinal-Educação e Trabalho o publicou em seu blog. O texto foi escrito há dez anos mas continua atual, poderia ter sido escrito hoje, não acham?"

Agora, 24 anos depois...  o tempo passou ...e as mudanças no  Ensino Médio ? 

No meu ultimo ano de trabalho, 2021, focamos na formação de professores da minha região, usando  metodologias ativas e  tecnologias digitais. Para tal ação , criei a  apresentação que segue abaixo.

  💙 Fluência em Metodologias Ativas 


27 de março de 2020

Aula programada

Prezados alunos e familiares, conforme orientação recebida pela  Secretaria de Educação e,  sob orientação da Direção da Escola, estamos publicando nesse site atividades do componente curricular -matemática. As atividades deverão ser  realizadas no caderno de aula .

Inicie



21 de maio de 2015

Trabalho


12 de novembro de 2014

People. Net In Education-Congresso de Redes Sociais Aplicada à Educação

Divulgando  o Evento "People.Net In Education" que , em todas suas edições, foi estruturado para discutir as novas tecnologias e a educação, do ensino infantil até a pós-graduação, ensino de línguas e educação corporativa. O publico alvo são professores, pesquisadores, alunos de mestrado, doutorado, diretores de escolas, secretários de educação e todos mais envolvidos com o mundo da educação.
Neste ano terá  como palestrantes, entre outros:
Prof. Valente (UNICAMP),  Prof. Moran (PUC_SP),  Prof Alexandre Campos (Google) a Professora Valdenice (Dante Alighieri) - Prof. Olavo Nogueira da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, Fundação Vanzolini, Fundação Lemann dentre outros palestrantes e debatedores.
O congresso será transmitido via Internet, já confirmada pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para todas as escolas publicas do estado, com mais de 5000 unidades. Neste universo  é esperado  mais de 60.000 pessoas assistindo , somente da rede pública.
Que pena que não será transmitida também para o RGS.
Confiram toda a programação no Site 


27 de fevereiro de 2014

Projetos Premiados

Finalmente consegui assistir aos vídeos do Prêmio Victor Civita 2013 , gosto de conhecer os projetos de professores  premiados, saber qual  a prática pedagógica, como usaram as Tecnologias Digitais, como foi  o processo. Sendo que são professores de várias regiões do nosso país, regiões essas  com características tão diferentes.
Sabemos que muitos projetos  são  realizados nas escolas, na sua maioria não documentado, não escrito e enviado, não publicado, então perde-se em algum caderno, gaveta ,pasta  ou  em algum computador.
Esses professores acreditaram em seu trabalho e assim podemos ter a oportunidade de aprender com suas experiências. Dez educadores  foram vencedores , podemos conferir nesse endereço 


A professora  classificada em primeiro lugar (foto acima) trabalhou Alfabetização e Comunicação Visual. Iniciou com uma visita ao “Sacolão de frutas verduras e legumes” onde os alunos fizeram uma lista  com  os produtos que liam nas “plaquinhas” de vendas dos mesmos.
Há vídeos dos alunos fazendo essa atividade, portanto, foi documentado desde o início do processo.
Ainda, a atividade teve continuação, pois procuraram na Internet informações sobre os produtos, liam e interpretavam pequenos textos retirados do computador. Criaram frases que eram digitados  pelos alunos e corrigidas por todos na lousa digital em conjunto.
Confeccionaram novas  placas com preço  das frutas ,  verduras e legumes e informações sobre suas propriedades, agora,  muito  mais completas e bonitas.
Eles mesmos foram colocá-las na feira sentindo a importância de saber que o que eles escreveram não ficaria somete na sala de aula em seus cadernos.
Percebo que todos eles foram construídos com práticas pedagógicas  centradas na aprendizagem do aluno, no protagonismo desses e, também   por isso selecionados para receberem o destaque.
A exemplo do projeto da professora vencedora os demais ganhadores tem muitas  características em comum :
Ler e Escrever- produzir pequenos textos orientados pela professora, apropriação de termos, autonomia no texto a partir do conhecimento dos alunos.
Vivenciar a aprendizagem além da escola, conhecer a história do lugar onde moram, valorizar as vivências dos alunos.
O papel das tecnologias digitais nesses projetos ? De complementação, de apoio, de tornar mais atraente mais fácil para alunos e professores. A tecnologia não  funciona como metodologia ela é  aliada a uma concepção a uma prática  pedagógica qualificando o processo.

9 de maio de 2012

Smartphones para professores


Este artigo foi enviado por Guilherme da Luz, editor dos sites Seguro de Carros e Plano de Saúde 

O uso  das tecnologias digitais na educação é prioritária   no mundo atual.Os computadores, programas , aplicativos, TV a cabo ,  jogos eletrônicos e todos os  recursos on line, entre outros,  passaram a ser usados no ambiente escolar e, hoje, comprovadamente são  caminhos para a  aprendizagem. 

Aplicativos em celulares, são um exemplo ,  voltados a organizar melhor as tarefas do dia a dia e as necessidades específicas dos educadores são criações recentes e que podem mudar para melhor a rotina dos professores. Os aplicativos para smartphones ou celulares que se conectam a internet, com diversas funções, além de permitirem checar e atualizar a agenda e ler e enviar e-mails. Os programas atuais para professores gerenciam notas e faltas dos alunos e ajudam a programar o cronograma das aulas.  Todos eles auxiliam em muito o professor e permitem que ele se organize melhor e acompanhe de forma eficiente o rendimento dos alunos através de arquivos e planilhas que passaram a ser indispensáveis.
A utilização é fácil, para instalar um aplicativo é preciso seguir o mesmo processo utilizado para instalar um programa em um computador. O custo é baixo e há aqueles que são gratuitos. A única exigência, no entanto, é a habilidade com o Inglês, já que muitos só estão disponíveis nesse idioma.

Com o uso das novas tecnologias digitais, em aplicativos especiais para educação e nas ferramentas de pesquisa da internet, a aprendizagem do Inglês vem se tornando cada vez mais indispensável. Para os professores, um curso de Inglês passou a ser elemento básico currículo e a fazer parte do orçamento pessoal.

Aqui vai um resumo dos principais aplicativos em smartphones para professores:

Cria lista de chamada online que calcula automaticamente a frequência dos alunos. Permite adicionar fotos. Disponível em Inglês (R$4,35).

Attendance
Cria e gerencia listas de chamada. Disponível em Inglês (US$5,49).

School Timetable
Ajuda a programar as aulas da semana, pode incluir locais e informações sobre o conteúdo. Disponível em inglês (R$1,99).

Teacher Tool One
Condensa informações de cada aluno - notas, frequência, fotos, telefone e e-mail. Em inglês e espanhol (gratuito).

Remember the Milk
Registro de lembretes de todo tipo, os avisos chegam por e-mail e mensagens (US$25 ao ano).

CamScanner
Scanner portátil. Por meio da câmera o usuário tira fotos de documentos, testes e outros, arquivando no formato PDF. Em inglês (gratuito na versão simples).

Evernote
Reúne informações úteis para preparar uma aula e anotações, que são classificadas por assunto (gratuito)

QuickOffice Pro
Acesso e edição de arquivos no Word, Excel e PowerPoint (R$9,44).

WolframAlpha
Permite fazer cálculos avançados e buscas em assuntos das disciplinas de física, química, matemática e geografia. Em inglês (US$2,99).
 Foto  site watcharakun / FreeDigitalPhotos.net

12 de novembro de 2008

Educação a Distância

Recomendo a leitura do blog da Professora Ana Beatriz Gomes, Educação a Distância, professora do Departamento de Educação da Universidade Estadual da Paraíba e Coordenadora Pedagógica dos Cursos a Distância desenvolvidos na UEPB. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação, na Linha Estudos Culturais da Educação na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
Nesta postagem ela divulga o livro da disciplina Didática e o Ensino de Geografia , especialmente a aula número 10 que fala da Construção de conceitos nos primeiros anos do ensino fundamental.
Nas leituras e materiais complemantares cita o nosso blog
Mapas On-line . A chei o máximo!!

10 de fevereiro de 2008

Republicando

Nas palavras de Pierre Levy, "Estamos vivendo a abertura de um novo espaço de comunicação, e cabe apenas a nós explorar as potencialidades mais positivas deste espaço no plano econômico, político, cultural e humano. Que tentemos compreendê-lo, pois a verdadeira questão não é ser contra ou a favor, mas sim reconhecer as mudanças qualitativas na ecologia dos signos, o ambiente inédito que resulta da extensão das novas redes de comunicação para a vida social e cultural. Apenas desta forma seremos capazes de desenvolver estas novas tecnologias dentro de uma perspectiva humanista." (Cibercultura-1999)
Não há volta, não podemos mais como professores, ignorar o "mundo" de possibilidades que abre-se com as novas formas de comunicação.Com diz o professor Pier Rivoltella, " A mediação educativa hoje é uma mediação entre a velocidade e a quantidade das informações, é a possibilidade de fazer sentido criticamente sobre as informações(...) precisa a presença do educador como mediador de conhecimento."
Percebo a importância do papel do professor para que a escola seja "atraente" para o aluno, mais do que isso, que o "traga" para refletir sobre o que ele vive fora dela. Uma reflexão baseada, como disse a Professora Rosa M.B. Fischer, cientificamente e não só no senso comum, resignificando suas concepções a respeito do que realmente possuiu valor e importância em sua vida.
Trazer o "mundo" para dentro da escola significa fazer uso pedagógico das mídias pois elas fazem parte da vida de todos nós diariamente.
Como usá-las em sala de aula? O professor precisa ter certa fluência no uso das mídias para que possa usá-las pedagogicamente. Na verdade não precisa ser um "expert" na tecnologia, mas precisa sim , saber o que pode fazer com elas. Fica difícil saber, quando pensamos em uma aula centrada na transmissão de conhecimentos, onde o professor é o dono do saber, onde o professor não abre espaço para que o aluno participe, questione, argumente, justifique, seja autor, colaborador construindo seu conhecimento. É preciso que o professor crie novos espaços de aprendizagem. Refletir sobre sua prática, mudando suas concepções para que isso aconteça. O uso das mídias vai além dos limites tecnológicos, atingindo dimensões pedagógicas e humanísticas, podendo avançar sobre as abordagens relativas à cognição e a aprendizagem humana, como as teorias de Piaget, Vygotski, entre outros.

10 de junho de 2007

Mapas On-line

No Curso de Especialização em TIC na Promoção da Aprendizagem - UFRGS -Oficina de Blogs e Flogs , fizemos um blog colaborativo, coloco aqui o trabalho final do nosso grupo. Vou linkar também os blogs dos demais grupos, vale a pena conferir.

Componentes do grupo:
Elaine Flores
Márcia Lisiane Knop Ferron
Terezinha Bernardete Motter
Vera Frantz
Introdução:
Entre as várias tarefas desenvolvidas na Oficina sobre Blogs e Flogs do Curso de Pós-graduação Latu Sensu Especialização em tecnologias da Informação e da comunicação na Promoção da aprendizagem da UFRGS, esteve a realização de trabalho em grupos. Somos o grupo 3 e ficamos encarregadas em pesquisar na rede sobre Mapas , com indicação de pesquisa no Google Maps e Flagr. Nosso assunto, então, ficou conhecido como “mapas on-line”, sendo explorados sites em sua maioria na “busca”. A busca desses endereços eletrônicos, teve como propósito conhecer os ambientes e endereços, disponibilizando-os para o conhecimento do internauta, acompanhados de tutoriais para esclarecimentos de uso dos programas e navegação.
Os sites que exploramos apresentam e oferecem um nova metodologia de ensino da cartografia, para além daquela tradicional de apresentação plana, com imagens de visualização de espaço tridimensional para percepção de formas e volumes. Segundo CASARIN(2004), a Cartografia, é uma ciência e ao mesmo tempo uma técnica; é entendida como uma arte em levantar dados, redigir e divulgar mapas. Desta forma, entendemos o mapa virtual como um veículo de informação e conhecimento do espaço global, que tem como um dos propósitos preparar o aluno, bem como o internauta para compreender a organização da sociedade e as modificações ocorridas nesse espaço.
A representação no mapa é uma simplificação da realidade, a partir da seleção de elementos simbólicos e sinais apropriados, mostrando a aparência do resultado da ação do homem sobre a natureza, favorecendo as pessoas interagir com o mundo em que vive. É de fundamental importância o aluno, bem como o internauta entender essa complexidade da organização do espaço, sentindo-se parte desse processo de construção e reconstrução do espaço em que vivem.
Desenvolvimento:
Sendo o ensino da geografia, enquanto ciência social, o componente curricular preocupado em estudar o espaço em sua dimensão social de construção, podemos trabalhar a exploração do entendimento da localização do espaço, muito bem em qualquer momento, desenvolvendo a interdisciplinaridade, inclusive de maneira autônoma. Uma vez parte desse universo e, entendido o espaço como sendo construido ao longo da história da humanidade e o homem, o gente de transformação desse espaço que precisamos conhecer e entender essa complexidade. Deste modo, a cartografia vem como um instrumento auxiliar do ensino de Geografia.
O uso de mapas servem para as pessoas se orientarem, localizar pontos de referência, conhecer determinado espaço físico, visualizar o real em tamanho reduzido, enfim serve para retratar algo, como se fosse uma fotografia. O geógrafo francês Yves Lacoste afirmava que ao interpretar os dados de um mapa era “saber agir sobre o terreno”.Sendo o espaço geográfico, modificado pela constante ação do homem sobre a natureza, os mapas são importantes meios de acompanhamento desse processo de ocupação, exploração e modificação da natureza , sendo eles agrícola, industrial, climáticas e ou de circulação de mercadorias.

Neste trabalho foram explorados softwares que fazem uso de multimídia no ensino de mapas. Para termos uma idéia de como as imagens são obtidas, como acontecem as técnicas de pesquisa em eletrônica, vamos falar um pouco sobre a obtenção de imagens a distância, que segundo especialistas o Sensoriamento Remoto, é uma das busca mais eficazes e econômicas de se observar a terra. Essas captações de imagens são compostas a partir de plataformas espaciais, satélites, aviões, estações terrestres de rastreamento e coleta de dados sobre um objeto, terreno, espécime , etc, sem contato físico com o mesmo que são processados em computador. Como exemplo bem simples de Sensoriamento é a fotografia. Mesmo com toda essa tecnologia, muitas vezes, há necessidade em complementar as pesquisas “in loco”, a fim de coletar dados mais precisos.
Existem vários tipos de satélites orbitando a Terra e alguns planetas do Sistema Solar. Cada tipo de satélite pode ter características distintas, dependendo ao que se destina. Alguns satélites meteorológicos, por exemplo, orbitam a Terra em órbitas chamadas geo-estacionárias, ou seja, todo o tempo, estão "vendo" a mesma Terra da mesma posição e parecem estar sempre "parados" sobre o mesmo ponto.Os satélites de coleta de dados, em geral, não são geo-estacionários e cobrem todo o globo. Geralmente, demoram alguns dias para passar sobre o mesmo ponto da Terra e se utilizam de vários sensores embarcados. Por exemplo, o satélite SPOT (França) tem um ciclo de 26 dias e 3 sensores espectrais; o LANDSAT V (EUA) tem um ciclo de 16 dias e 6 sensores espectrais e um sensor termal. Esses satélites são denominados Multi-espectrais.A origem da história dos satélites se deu na União Soviética com o primeiro satélite artificial feito pelo homem, o Sputnik 1, lançado em 4/10/1957. Em 31/01/1958 os Estados Unidos lançaram o seu, o Explorer 1. No Brasil o satélite SCD-1 foi desenvolvido no INPE e lançado pelo foguete americano Pegasus em 9/02/1993.Os altos custos dessa tecnologia tornam os países em desenvolvimento dependentes das imagens fornecidas por equipamentos de outras nações. Assim, os mapas on-line vêm favorecer ao internauta sua visualização de modo, muitas vezes, quase real, encantador, com efeitos especializados, levando a abrir infinitas janelas, remetendo a explorar lugares jamais vistos e imaginados.Podemos encontrar mapas com variadas finalidades, como é o caso do Kartoo que localiza os grupos a qual estamos logados na Internet, também os geográficos, como o Google Earth, o Flagr, o guia geo-mapas, entre outros pesquisados, sendo possibilitado em rede, desenvolver verdadeiras aulas interdisciplinares, envolvendo os diferentes componentes curriculares, principalmente a geografia. Para saber qual o Mapa que estamos interpretando, primeiramente a atitude é ler o título para saber de que trata o conteúdo do mapa; após, reconhecer a legenda, pois é, através dela, que mostra as convenções e a compreensão do mapa. Encontra-se geralmente na parte inferior esquerda ou direita. Para se ter uma idéia das distâncias e do tamanho real do que está sendo mapeado, se consulta a escala. Os pontos cardeais e colaterais indicam as referências de direções norte, sul, leste e oeste.
As Informações captadas através de sensoriamento remoto, podem ser utilizados como material didático em sala de aula, através de:- Traçado de áreas urbanas e rede viária que comunica a cidade onde o aluno vive com o entorno imediato;- Formas de crescimento das áreas urbanas e progressiva invasão do espaço agrícola;- Estudo geográfico do espaço imediato ao aluno;- Correlacionar o tipo de ocupação humana com os aspectos físicos, econômicos e sociais da região onde o aluno vive;- Distribuição do uso do solo no tempo e no espaço e sua relação com os aspectos econômicos da região onde o aluno vive;- Explicar aspectos mais complexos como relevo, bacias de drenagem, correntes oceânicas, uso do solo e áreas agrícolas de uma região, aspectos de inundações, etc.;- Identificar áreas de preservação de mananciais e sua forma de ocupação;- Caracterização de áreas de preservação, tais como áreas alagadas, planícies fluviais, áreas costeiras, áreas de mangue, florestas naturais;- Correlacionar as altitudes do local com as formas do relevo, uso do solo e quantidades de precipitação;- Correlacionar o tipo de ocupação humana com os aspectos físicos, econômicos e sociais da região onde o aluno vive.
A tecnologia mostra novas possibilidades para o desenvolvimento de aplicações direcionadas ao ensino, no caso, ao ensino de mapas, a utilização dos recursos já existentes abrirá caminho(s) para a reflexão, análise e o desenvolvimento de novas aplicações, talvez ainda, mais adequadas às reais necessidades dos professores e alunos. Cabe explorar, refletir, testar para entender quais as mais interessantes aplicações que podem ser feitas em sala de aula.
Os Sites pesquisados pelo grupo foram:
Site IBGE - Ver Tutorial pela Elaine
Clustrmaps - Informações do número de Visitantes e locais
Earth Google (site para download do Google Earth – Free)
Mapas Google - (Localização Geográfica)
Os mapas como recursos de informação e busca de conhecimentos, possibilitam desenvolver um trabalho pedagógico riquíssimo em sala de aula, mais precisamente a partir da 5ª série, onde já conseguem abstrair conceitos na compreensão da construção cartográfica. Os mapas on-line que exploramos buscam melhor compreensão dos diversos fatos geográficos, se trabalhados e motivados a apartir de orientações por parte dos professores, não necessáriamente nas aulas de geografia. Utilizando-se de mapas on line estimula-se os alunos a se familiarizarem ao uso da internet, permitindo assim, o acompanhamento dos avanços tecnológicos.
Indicações Webliografica e Bibliográfica:
http://www.uel.br/projeto/cartografia/biblio/educ_f.htm http://www.ig.ufu.br/revista/volume17/artigo16_vol17.pdf http://www.de.ufpb.br/~ronei/procimagem/procimagem.htm
CALLAI, Jaeme Luiz(org) e outros. Área de Estudos sociais: Metodologia. Livraria UNIJUI. Ijuí.1986

NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Pedagogia de Projetos: Uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências.6ª edição.Editora Érica.2005.

25 de abril de 2007

Uso de Blogs

O ano passado quando do início do curso sabia o que era Blog mas nunca havia construído . Iniciei então como sempre faço, debruçando-me sobre. Para trabalhar com blogs pensei ser importante conhecer também a linguagem HTML, e foi o que fiz. Muitas vezes pensava se não estava com o "foco" errado, não seria melhor dedicar-me mais intensamente as leituras, as postagens nos forúns. Mas a cada dia que passava meu "desejo" de conhecer aumentava. No início vivi uma situação que quero deixar registrada , pois fiquei desesperada e, tive "ajuda das duas professoras que agora nesse momento, com muita satisfação encontro aqui ,como minhas professoras de uma oficina. Professora Irís e Professora Suzana.
Entre no Blog e leia:
Blog criado e em construção para Oficina-Abril/2007
Desde então, uso meu blog diariamente, como trabalhei no NTE, o usava como apoio pedagógico. Agora fui para uma escola e estou trabalhando com o Curso Normal "Oficina de Ciências Exatas", iniciei com os 08 grupos e vou trabalhar com Projeto de Aprendizagem.Através do blog tive que aprender a ter autonomia , criar um texto, ser autora,o que não é fácil para mim, sou professora de matemática e como diz Pedro Demo em Educar pela Pesquisa pág 30: "A maioria dos professores de matemática não tem idéia de pesquisa e formulação própria, até porque foram literalmente treinados a dominar conteúdos sem qualquer questionamento reconstrutivo."
O blog entre outras tantas vantagens proporcionou-me isso, escrever ou aprender a escrever.Ter produção própria, também ter apoio em qualquer lugar que eu esteja, desde que naturalmente tenha conexão para Internet.

28 de outubro de 2006

Mídia e Prática Pedagógica

Estamos iniciando a disciplina PROA05 "Aplicações de produtos da mídia e tecnologia digital na prática pedagógica." Como preciso e faço questão de estar em dia com minhas atividades li agora o texto da Professora Iris T. Costa que trata do assunto, ela diz:
"Para atuar e intervir no espaço eletrônico precisamos desenvolver nossa fluência tecnológica, explorar as telecomuicações no nosso trabalho, entrar em rede para nos comunicarmos com nossos pares, aprendermos a nos localizar, mover, estabelecer parcerias e cooperar em ambientes virtuais.
É o que eu procuro fazer pois tenho, no mínimo, duas razões para isso, estou fazendo um curso de especialização e trabalho em um NTE.

3 de setembro de 2006

Reflexão


Sobre o "Segundo Congresso Internacional- Formação de Professores e Prática Pedagógica"- foram três dias de muita atenção e de muita reflexão. Gostaria de dividir com vocês.
Tive a oportunidade de assistir o professor Rubem Alves comigo na foto.
Vou procurar fazer uma síntese sobre as palestras e o que penso ser mais significativo.
Foram 3 dias de palestras, a primeira com Rubem Alves que falou de Mário Quintana, Pablo Picasso, Adélia Prado, Fernando Pessoa e, naturalmente Nietzsche.
De Nietzche mais precisamente, do livro "Assim Falou Zaratustra", leio Nietzsche, só não concordo quando ele diz:“o verdadeiro homem quer duas coisas: o perigo e o divertimento. Por isso quer a mulher, que é o brinquedo mais perigoso.”(pág. 63) do livro citado.
Frases que chamaram especialmente minha atenção: A pessoa “convencida”, não pensa mais. Transformar crianças que brincam em adultos que trabalham.
Adquirir outros “ Significativos”.
O congresso continuou e assisti Antonio Nóvoa reitor da universidade de Lisboa, que lançou o livro “Evidentemente” O que é evidente...mente!!
Falou das muitas missões dadas à escola e que naturalmente não é possível cumpri-las, ficando num beco sem saída.
A escola centrada na aprendizagem é o futuro, fazer com que todos os alunos tenham verdadeiramente sucesso.
Ensino de forma a responder às necessidades de cada aluno, ajudando-o a construir um projeto educativo próprio. A escola seja de apoio, aconselhamento e orientação.
Celso Vasconcellos,continuou dizendo que é preciso uma transformação básica: Aprendizagem e desenvolvimento humano de todos os alunos.
Que seja usada uma metodologia interativa, alunos digam com suas palavras, não condicionar com nota. Professor como orientador.
Pedro Demo, apresentou uma tabela, (vou procurar a fonte), onde de todos os alunos brasileiros , 3,3% aprenderam matemática em 2003, e nas demais disciplinas não é diferente.
Falou da aprendizagem dinâmica e construtiva, de dentro para fora, ao contrário do instrucionismo , de fora para dentro. Criar caminho próprio, sujeito observador. Pesquisa, princípio educativo. A atitude do professor deve ser de eterno aprendiz, cuidar o que o aluno aprende pois o professor é um profissional de conhecimento.
Não se aprende escutando aula, mas sim argumentando, justificando. Teresinha Rios, na atitude crítica, as certezas possuem caráter provisório podemos nos desinstalar, instala a pergunta.
Para ser crítico devemos ser humildes e corajosos.
Função da escola é a felicidade pois dá condições para que o ser humano afirme-se na sociedade. Ana Ruth Starepravo, professora em Curitiba, Aprendizagem é compreender, estabelecer relações, transformar, re(elaborar), criar, descobrir , transformar algo que se possui. Só há construção do conhecimento quando há dúvida, conflito, confronto de idéias. Problemas como desencadeador de conhecimento, conteúdo como meio. Conteúdos, meios para os alunos: estabelecerem relações, pensar sobre, fazer relações, significações. Desenvolver a autonomia. Em resumo é preciso mudar a "aula", não marcar data para essa mudança, é hoje, é agora, de todos os professores ouvi a mesma orientação é preciso que o aluno participe, interaja, construa.
A professora Ana Ruth nos apresentou um projeto que fez com seus alunos em um terceira série em Curitiba. projeto sobre estudo de medidas. Na própria sala de aula, conteúdo medidas, os alunos foram com suas dúvidas fazendo com que novos construções surgissem e não foram essas necessariamente de matemática.Mas aprenderam também e com significado o que é medida de peso e volume. Não é fácil , pois nós professores temos, e por vários fatores, entre eles o tempo, de responder logo para o aluno, não dando a oportunidade de descobertas. "Quando simplesmente respondemos, matamos a possibilidade de o aluno confrontar suas idéias com outras, ou seja, não há comparação, não há conflito, não há confronto, não há construção de conhecimento." Eduardo José Monteiro .